Toti

e seus irmãos Lou e Jackson aguardam lares!

Sabrina

uma linda gatinha para adoção responsável

Mel e filhotes

esperam por lares amorosos

Charles e Lola

esses fofos aguardam lares para toda a vida!

Fox

precisa de um lar que o acolha com amor

Fumaça

uma gatinha muito carinhosa a espera de um lar

               
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Você entende seu cão? Antropólogo cria testes que te ajudam a entender seu melhor amigo!


Para ajudar as pessoas a compreender  melhor seu amigo canino, testar sua inteligência – e valorizá-la – o antropólogo americano Brian Hare criou uma página na internet, o www.dognition.com. Fundador do Centro de Cognição Canina Duke, Hare é autor de The genius of dogs, publicado este ano nos Estados Unidos, com lançamento no Brasil previsto para novembro pela Zahar. No livro, escrito em parceria com sua mulher, a jornalista Vanessa Woods, Hare afirma que as pessoas costumam ter ideias equivocadas a respeito do funcionamento mental dos cachorros. Por exemplo: não há cães “inteligentes” e cães “burros”. Por trás dessa forma de pensar está o entendimento – ultrapassado – de que a inteligência é algo unidimensional, ou seja, permanece a suposição equivocada de que há somente um tipo de capacidade mental.

Professor adjunto do Departamento de Antropologia Evolutiva e do Centro de Neurociência Cognitiva da Universidade Duke, Hare sugere que as pessoas comparem os bichinhos uns com os outros não para saber quem é “mais esperto”, e sim como cada um é inteligente, já que as estratégias usadas pelos cães para resolver problemas variam. Algumas perguntas são apresentadas: Seu animal de estimação conta com você para conseguir o que quer ou é do tipo mais independente? Ele percebe que está sendo observado enquanto tenta roubar comida da mesa, por exemplo, ou não atenta quando alguém o assiste (uma característica que dificulta obedecer ao dono)?

"Minha proposta foi desenvolver jogos divertidos que podem abrir uma janela para a mente dos cachorros e assim enriquecer o relacionamento entre dono e seu bicho”, diz Hare. “Além disso, os dados digitados contribuem com um grande projeto de ciência cidadã  que ajuda a proteger cães de abrigo e a promover assistência veterinária gratuita para os animais cujos donos não têm condições de pagar pelos serviços.” Com isso, as pessoas obtêm um extenso perfil cognitivo de seu pet e, ao assinar a página, ajudam a criar um banco de dados que cientistas podem usar para responder a questões relevantes, que antes não eram esclarecidas por falta de recursos, como a respeito de diferenças entre raças. O maior estudo publicado com cães testou aproximadamente 15 mil animais. O pesquisador acredita que o site tem potencial para ajudar a estudar centenas de milhares ou até mesmo milhões de cães, o que deverá favorecer muitas descobertas.
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O texto faz parte da matéria "Anjos da guarda" do volume especial sobre Animais da revista Mente e Cérebro! Veja aqui.

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